14 de abril, Dia Mundial do Café

Quentinho, saboroso, vai bem a qualquer hora, e com um aroma incomparável. Estamos falando do café. Sim, o bom e velho cafezinho nosso de cada dia, que você toma quando acorda, no intervalo da aula com os colegas, no barzinho da esquina. O ato de beber café já virou hábito em nossas vidas, que quase nem percebemos, mas ele se faz presente em várias situações do nosso dia-a-dia. Ele está associado à socialização, mas vai muito além disso, já é um gesto cultural que está ligado a um prazer cotidiano, de dar uma pausa no nosso dia para apreciar a bebida.

O café é uma planta originária da África, mais precisamente da Etiópia. Por volta do século XV, ele chega ao Iêmen, no sul da Arábia, que está a menos de 350 km da Etiópia. A partir daí, o café se espalhou pelo mundo árabe.

Estima-se, que por volta de 1550, surgiram as primeiras cafeterias do mundo onde hoje se localiza Istambul, na Turquia (na época, Constantinopla).

No Brasil, o café chegou por volta de 1727, quando, a mando do governador do Pará, o sargento Francisco de Melo Palheta foi até a Guiana Francesa em busca de mudas da planta. O governador da capital Caiena, recusou-se a ceder-lhe mudas de café; foi então que o sargento se aproximou da esposa do governante e ganhou sua confiança, conseguindo assim uma muda de café-arábico, que veio clandestinamente para o Brasil.

As primeiras plantações concentraram-se na região Norte e Nordeste do país. Como as condições climáticas não eram as melhores para o cultivo, o desembargador João Alberto Castelo Branco levou o cultivo para a região Sudeste, onde a cultura deu certo e impulsionou o país para um grande salto econômico.

Em 2010, o consumo de café no Brasil bateu recorde: uma média de 4,81 kg, o equivalente a 81 litros por pessoa, de acordo com dados do Ministério da Agricultura. Além de manter o consumo interno, o país também consegue um aumento no número de exportação, com 33 milhões de sacas exportadas no ano passado.

Hoje em dia, o café é a bebida artificial mais consumida no mundo. Aliás, quem tem o hábito não simplesmente “toma” ou consome, mas saboreia o café, aprecia o seu aroma e o seu sabor.

E, como dizia Mário Quintana, “Só se deve beber por gosto: beber por desgosto é uma cretinice”

Para mais informações sobre o café, acesse :

 http:// www.tudosobrecafe.com

http:// www.r7.com/economia

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